Topo do site

Escola de Jaguaré amplia projeto de compostagem com novo minhocário

Uma escola rural de Jaguaré, no Espírito Santo, amplia o projeto “Produzindo Adubo a partir do Nosso Lixo”, que transforma resíduos orgânicos em composto por meio de um novo minhocário construído em 2026. A iniciativa é desenvolvida na Escola Comunitária Rural Municipal São João Bosco. Resíduos orgânicos gerados na cozinha, na limpeza e nas atividades […]

Uma escola rural de Jaguaré, no Espírito Santo, amplia o projeto “Produzindo Adubo a partir do Nosso Lixo”, que transforma resíduos orgânicos em composto por meio de um novo minhocário construído em 2026.

A iniciativa é desenvolvida na Escola Comunitária Rural Municipal São João Bosco. Resíduos orgânicos gerados na cozinha, na limpeza e nas atividades agrícolas da propriedade escolar são separados, coletados e encaminhados ao minhocário, onde passam pelo processo de decomposição até se transformarem em composto orgânico.

O projeto começou a ser estruturado em 2013, após a participação da escola em uma Conferência do Meio Ambiente. Durante obras de reforma entre 2024 e 2025, o antigo espaço precisou ser desativado. Em 2026, um novo minhocário foi construído em área mais adequada, com estrutura maior e maior capacidade de processamento.

Segundo os registros do projeto, a expectativa é produzir cerca de 2,4 toneladas de composto orgânico por ano, em três ciclos de quatro meses, beneficiando uma área de aproximadamente 2 mil metros quadrados de horta e jardim escolar. O composto retorna ao solo e contribui para a produção que alimenta a merenda da própria escola.

Atualmente, a iniciativa envolve 130 estudantes, seis turmas, cerca de 115 famílias e seis comunidades atendidas pela escola. Agricultores e famílias da comunidade também contribuem com materiais orgânicos de suas propriedades, como palha de café, munha de pimenta-do-reino e casca de arroz.

A compostagem integra as aulas práticas de Agropecuária da escola, trabalhando conteúdos como decomposição da matéria orgânica, fertilidade e conservação do solo. Em 2023, o projeto conquistou o 2º lugar no Prêmio Biguá e, posteriormente, também a 2ª colocação na 1ª Feira de Ciências de Jaguaré (FECIJA).

Fonte: Extra ES

Fim do conteúdo